Startup brasileira lança aplicativo agregador gratuito de jogos play-to-earn

‘CashDash’ possui monitoramento de performance e ferramenta de transações de criptomoedas, entre outras funcionalidades.

A startup brasileira Sherwa lançou na última quarta-feira (19) o “CashDash”, que é um agregador gratuito de jogos play-to-earn (P2E). Segundo a empresa, fundada em 2018 com o propósito de desenvolver soluções inteligentes para os gamers da atualidade, o aplicativo descentralizado (DApp) tem como objetivo auxiliar criptogamers a encontrarem os melhores jogos da atualidade.

O dashboard (painel de controle) do CashDash foi desenhado para ser uma espécie de “mapa” interativo de jogos Web3, o que também envolve um rol de ferramentas para potencializar as possibilidades de rentabilização dos usuários da plataforma, entre elas o monitoramento da performance do jogador e os ganhos obtidos. O DApp possibilita ainda a realização de transações de criptomoedas por meio do interfaceamento com as carteiras digitais. 

“Nessa nova etapa, queremos continuar facilitando a vida dos jogadores, e de quebra fomentar o mercado de criptogames no Brasil. No CashDash você vai encontrar uma curadoria exclusiva dos jogos, que te ajudam a decidir qual opção é melhor para ganhar dinheiro enquanto se diverte, comparando os jogos, conhecendo novos e acompanhando seus lucros”, disse o CEO da Sherwa, Luiz Persechini.

Segundo a startup, o CashDash, que está em versão alpha e pode ser acessado por meio de seu site oficial, fornece outros detalhes de cada jogo aos usuários, tais informações avaliações gerais, links para últimas postagens dos desenvolvedores no Twitter e Discord, além de uma estimativa de ganhos diários, quais tokens são transacionados nos variados ecossistemas, preços e valores históricos de cada um.

Esse é o segundo projeto dentro do universo de tokens não fungíveis (NFTs), criptomoedas e Web3 desenvolvido pela Sherwa, que recentemente foi vendida para a NFT Tech, empresa canadense de Web3 e uma das líderes mundiais em tecnologia para a descentralização de NFTs e metaverso para os mercados públicos. Em agosto, a startup também promoveu  a Non Fungible Conference, evento que reuniu os principais nomes do mercado.

Quem também pretende fomentar outros projetos de startups brasileiras é a SMU Investimentos, que lançou esta semana uma “exchange de startups”, um mercado secundário de tokens de contratos de empresas de tecnologia, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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